Segredos
Os passos eram leves, quase a tocar as nuvens sem desmanchá-las. Com calma sentei-me às nuvens para sentir o vento a abraçar-me. O vento murmurando segredos que um dia foram escutados por mim, deixava que uma breve risada escapasse de meus lábios. Uma risada inocente que me enrubescia o rosto, trazendo-me a alegria que senti naquele dia. Segredava com o vento segredos para que fossem ouvidos por outro, mas sabia que tais segredos já haviam sido ouvidos por este outro. O sol tocava-me querendo mostrar um outro segredo e com o bailar do vento o sorriso alargou-se em meu rosto enquanto meus olhos observavam o segredo revelado. Segredos, segredos, segredos...
Meus braços enlaçavam minhas pernas e as estrelas estavam a me rodear. Como era gostoso o bailar que corria encontrando a luz do luar. Falávamos eu e a lua sobre os segredos que estavam no mar. A Lua contava-me histórias tão belas em seus braços a me embalar, mostrava-me o brilho das estrelas que eu pude ver em seu olhar. Eu suspirava a sorrir com uma noite que estava a seguir e uma vez mais pude rir com a surpresa trazida a mim.
Pequenas gotas caíam, trazidas lá do céu e os braços abri para sentir meu corpo se molhar. Respirava fundo o perfume que havia no ar, quão gostoso era poder ver novamente seu olhar. Mas seus olhos eu podia ver nas gotas das chuvas, gotas que me trouxeram palavras belas e murmuradas. Sussurram-me um novo segredo enrubescendo-me o rosto mais uma vez. O sorriso então voltava aos meus lábios e no girar de meu corpo eu gritava a sorrir. Gritava uma resposta que era levada pelos ventos. Acariciada pelas chuvas e que brilhava como a lua. Uma resposta que seria murmurada em seus ouvidos quando o sol tocasse sua pele mais uma vez. E peralta eu sorria, ao morder os meus lábios enquanto meus olhos viam o sorriso em teus lábios...
- Qual é o segredo que ela tanto segredou?
Meus olhos se voltam para os pequenos que escutaram a nova história do Tyr Quentalë e eu pude ver a curiosidade que havia naqueles olhares. Olhos que brilham como os brilhos das estrelas que no céu estão a enfeitar e mais uma noite surgia, para logo embalar-los nos sonhos que seriam trazidos pelo soprar das areias do sono. Com calma eu fecho o livro, observando aqueles olhos curiosos.
- Deixarei com que adivinhem!
Uma risada gostosa era solta após o meu comentário e pequenos resmungares compreendem que já estava tarde da noite.
- Boa noite pequeninos! Que Morpheus embale os seus sonos e que responda em seus sonhos aquilo que estão a procurar.
- Boa noite Mãe! Boa Noite Pai! Boa Noite Tyr Quentalë!
Respondem as crianças, confabulando em suas mentes qual era o grande segredo que a moça possuía no conto e com um sorriso pude escutar as palavras calmas soltas no ar.
- Eles não irão descansar enquanto não descobrirem o segredo.
Com um sorriso, ao guardar o Tyr na estante, pude observar aquele belo olhar.
- Você sabe...
Meus braços enlaçavam minhas pernas e as estrelas estavam a me rodear. Como era gostoso o bailar que corria encontrando a luz do luar. Falávamos eu e a lua sobre os segredos que estavam no mar. A Lua contava-me histórias tão belas em seus braços a me embalar, mostrava-me o brilho das estrelas que eu pude ver em seu olhar. Eu suspirava a sorrir com uma noite que estava a seguir e uma vez mais pude rir com a surpresa trazida a mim.
Pequenas gotas caíam, trazidas lá do céu e os braços abri para sentir meu corpo se molhar. Respirava fundo o perfume que havia no ar, quão gostoso era poder ver novamente seu olhar. Mas seus olhos eu podia ver nas gotas das chuvas, gotas que me trouxeram palavras belas e murmuradas. Sussurram-me um novo segredo enrubescendo-me o rosto mais uma vez. O sorriso então voltava aos meus lábios e no girar de meu corpo eu gritava a sorrir. Gritava uma resposta que era levada pelos ventos. Acariciada pelas chuvas e que brilhava como a lua. Uma resposta que seria murmurada em seus ouvidos quando o sol tocasse sua pele mais uma vez. E peralta eu sorria, ao morder os meus lábios enquanto meus olhos viam o sorriso em teus lábios...
- Qual é o segredo que ela tanto segredou?
Meus olhos se voltam para os pequenos que escutaram a nova história do Tyr Quentalë e eu pude ver a curiosidade que havia naqueles olhares. Olhos que brilham como os brilhos das estrelas que no céu estão a enfeitar e mais uma noite surgia, para logo embalar-los nos sonhos que seriam trazidos pelo soprar das areias do sono. Com calma eu fecho o livro, observando aqueles olhos curiosos.
- Deixarei com que adivinhem!
Uma risada gostosa era solta após o meu comentário e pequenos resmungares compreendem que já estava tarde da noite.
- Boa noite pequeninos! Que Morpheus embale os seus sonos e que responda em seus sonhos aquilo que estão a procurar.
- Boa noite Mãe! Boa Noite Pai! Boa Noite Tyr Quentalë!
Respondem as crianças, confabulando em suas mentes qual era o grande segredo que a moça possuía no conto e com um sorriso pude escutar as palavras calmas soltas no ar.
- Eles não irão descansar enquanto não descobrirem o segredo.
Com um sorriso, ao guardar o Tyr na estante, pude observar aquele belo olhar.
- Você sabe...
Premiações



5 Comments:
Ainda bem que voltaste!!! ^^~
Como sempre teus textos são maravilhosos! ^^ Dá até para se transportar para o cenário. Magnífico ^^~ .
KiSSuS da LaZ!! ;**
See ya! ^~
Como sempre, vc se supera nos textos, Miguxa.Continue sempre assim, mostrando a todos o mundo nas páginas de seu Tyr Quentalë .
*O perpétuo apenas sorri ao ler a história*
Tyr, obrigada por estar sempre presente. Hj passei pra dizer que retornei. Amanhã volto pra ler.
Gosto muito dos seus comentários.
Abraços.
Tyr, adoro esse tipo de texto que tem como cumplicidade a natureza. Tem um sabor especial de coisas eternas, coisas de Deus.
Fiquei feliz mesmo em lê-lo.
Beijos.
Postar um comentário
<< Home